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João Barnabé
Cofundadora da Casa Fundação Índigo na Universidade de Évora

“Pedagogias criativas para crianças do novo milénio Índigo, Cristal e Arco-Íris” foi o título da conferência que trouxe ontem Tereza Guerra, cofundadora da Casa Fundação Índigo,à Universidade de Évora.

As crianças Índigo possuem a capacidade de utilizar simultaneamente as potencialidades do hemisfério direito e esquerdo do cérebro, sendo isso sinónimo de terem uma maior capacidade intelectual e de desenvolvercapacidades criativas e espirituais, “por isso, estas crianças necessitam de um ambiente propício para poderem desenvolver todas as suas potencialidades”, referiu Teresa Guerra.

Tereza Guerra, que é também psicóloga educacional, explicou que “a Casa Índigo é uma instituição sem fins lucrativos que funciona como um complemento indispensável na educação, oferecendo um conjunto de atividades que visam o desenvolvimento pessoal, a harmonia, a criatividade e a melhor integração destas crianças especiais em diversos contextos sociais, como a escola e a família. Todas estas atividades têm uma forte componente psicológica e espiritual”, disse Tereza Guerra.     

Esta psicóloga afirmou também que “a pedagogia adequada às crianças Índigo deve ser uma pedagogia construtivista que prepare as crianças para voos e aventuras cada vez mais ambiciosas - os problemas fazem parte da vida e ensinamos as crianças de forma construtiva a ultrapassá-los “, finalizou.  

A conferência intitulada “Pedagogias criativas para crianças do novo milénio Índigo, Cristal e Arco-Íris”, realizada a 9 de janeiro, integra o Ciclo de Conferências subordinado ao tema “Consciências do Século 21 na academia”, organizado pelo Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora.

As conferências do ciclo prosseguem dia 16 de Janeiro, às 16 horas, no anfiteatro 131 do Colégio Espírito Santo da Universidade de Évora, com a presença de Paula Soares, António Borralho e Gil Penha Lopes.

Publicado em 10.01.2013